Reunião de Associadas da Obra de Santa Zita

As Associadas de Lisboa-Estrela reuniram, no dia 21 de Janeiro de 2018, para na continuidade do desenvolvimento do plano de Vida e Ação do corrente ano, sob o tema: "Na comunhão a missão", aprofundar o subtema: “Tende entre vós os mesmos sentimentos” (Rm 12, 16), orientado pela Cooperadora, Elisabete Dantas de Puga. Depois de uma dinâmica de acolhimento, onde foi entregue um pequeno cartão, com uma imagem de uma ferramenta, o tema em causa, foi ganhando um rosto. Referida a figura de S. Paulo, concretamente a sua estratégia indicada na carta aos Romanos, acima referida, foi feita a analogia com o tema geral do Plano da OSZ, assim como com o objectivo geral do mesmo: “viver a comunhão na vida, na relação e na acção”.

A forma interactiva como a Elizabete conduziu esta reunião ajudou, cada uma de nós, a um encontro muito especial consigo própria e com os restantes participantes. O desafio de S. Paulo, “tende entre vós os mesmos sentimentos”, foi o desafio que cada uma adoptoupara este encontro, para este ano e para toda a nossa vida e a vida toda e lá demos aso ao sonho e ao imaginário, e se cada uma fosse a ferramenta que recebeu à entrada?... “e se eu fosse”… era no momento a questão de ordem e, num momento de partilha, cada uma completou esta frase. De seguida ouvimos uma história, a “Alegoria das Ferramentas”. E, mais uma ocasião de partilha e de reflexão aconteceu, ao mesmo tempo que se declamou a leitura bíblica: 1 Cor 12, 12-26, sendo feita a analogia com a história acolhida anteriormente.

Descobrimos o quanto esta leitura, comparada com a história, tem a ver com o tema geral “na comunhão a missão”.

Por fim a Elisabete reforçou que: todos nós somos membros e juntos formamos um único corpo. Sabemos que no corpo cada membro tem uma função diferente, porém todos são de suma importância para o funcionamento perfeito do corpo. Quando magoamos um membro, a nossa mão por exemplo, nós desejamos arrancá-la fora ou procuramos sarar a ferida? Certamente desejamos que ela seja curada. Dessa mesma maneira devemos agir com os nossos irmãos, que juntamente conosco formam o corpo, ou seja, a Igreja; com as nossas irmãs que, juntamente connosco formam uma mesma família, alicerçada em objetivos comuns, num Bem maior.

Às vezes reparamos em dons na outra pessoa que nós gostaríamos de ter… mas já pensamos que Deus me chama para algo diferente? Já pensamos que Ele nos dá os dons de acordo com a missão que nos quer confiar?

Convidou-nos a olhar para nós: talvez algumas tenham o dom de cozinhar bem e assim servem a Deus e aos irmãos; outras, possivelmente, têm um dom especial para cuidar dos doentes, dos mais idosos, e assim estão ao serviço; outras, têm o dom de se entregar ao trabalho pastoral, nas paróquias, em grupos de oração… catequese…

Devemos buscar os dons por amor a Deus, por amor à Obra, por amor aos nossos irmãos, para que possamos ser instrumentos usados nas mãos do Senhor e não para satisfazermos o nosso ego. Se todos os dons vêm do Espírito Santo, devemos respeitar todos eles e aprender que todos são importantes independentemente das suas características.

Muito ensinamento este texto trouxe para a nossa vida e reconhecemos quão importantes são as questões que levantou: – Quais os dons que o Espírito Santo me concedeu?; – Coloco os meus dons em favor dos outros? Como?; – Tenho consciência que todos possuem dons e que todos possuem sua importância?; – Consigo ver-me como membro do Corpo de Cristo?

Terminamos com esta oração:

reuniao_associadas

Uma Associada