Formação Contínua: Boas práticas de manipulação de alimentos

O tema: "Boas práticas de manipulação de alimentos" decorreu nos equipamentos de Lisboa Estrela (no dia 22 de Novembro de 2017) e no Porto (dia 29 do mesmo mês), com a participação de Cooperadoras e Colaboradoras com responsabilidade dos serviços gerais nas restantes Casas, nomeadamente na cozinha, refeitórios, salas de jantar e que lidam com alimentos nos seus mais diversos estados.

A adquisição de conhecimentos de prevenção e controlo dos principais perigos associados à manipulação de alimentos, assim como as boas práticas associadas ao fabrico e disponibilização de alimentos seguros aos consumidores foram os principais objectivos da formação. Foram identificados os vários tipos de contaminação e modos de prevenção; a importância da higiene pessoal no sector alimentar; Conhecemos os comportamentos a adoptar neste sector e as técnicas de higiene, limpeza e desinfecção, que permitam elaborar e monitorizar planos de higiene. Compreendeu-se a relação entre higiene das instalações, equipamentos e utensílios e contaminação de produtos alimentares. Aprendeu-mos a aplicar as regras de higiene e segurança alimentar inerentes à recepção, armazenamento, manipulação, fabrico e distribuição dos géneros alimentícios, assim como, a importância da rastreabilidade e dos registos associados, de modo a garantir a disponibilização de géneros alimentícios seguros. Agradecemos esta magnífica oportunidade!

 

No equipamento da Obra de Santa Zita do Porto, também decorreu, nos dias 16 e 17 do passado mês de Janeiro, o desenvolvimento do tema: “Regras de Atendimento e Comunicação” pela Dra. Maria do Rosário Santa Bárbara. Participaram as colaboradoras que trabalham nas Respostas Sociais de Pessoas Idosas aqui a funcionar: Estrutura Residencial para Pessoas Idosas, Centro de Dia e Serviço de Apoio ao Domicilio, entre outras colaboradoras de Casas mais próximas do Porto, como: Braga, Guarda e Coimbra. Nestes dias foi aprofundado o perfil e as responsabilidades do Técnico de Atendimento, através de um maior conhecimento sobre a cultura institucional e sigilo profissional; as Competências pessoais e técnicas exigíveis. Depois de um breve diagnóstico de motivações/necessidades dos utentes, como: - a Tipologia dos utentes – as várias formas de construir a confiança através do atendimento de excelência e a criatividade, envolvimento e motivação na relação com o utente passou-se ao aprofundamento da comunicação com o utente, ou seja, reflectimos na possibilidade de uma maior eficácia da comunicação verbal e não-verbal; uma escuta activa e dicção; uma linguagem adequada e várias regras e tratamentos sociais que possam melhorar a comunicação. Por fim, conhecemos as regras de convivência social. A formadora ensinou sobre a aplicação de regras protocolares no atendimento de excelência e o saber estar e receber na fidelização do utente.

Esta formação ajudou, concretamente, a interiorizar a importância de uma atitude mais positiva face ao atendimento e aplicar técnicas tendentes a uma melhoria. O grupo ficou sensibilizado a reconhecer e valorizar as vantagens de um atendimento mais eficaz na imagem e sucesso da instituição e saber gerir reclamações e situações mais problemáticas no contacto com o utente.